É a pedida do momento. O tempo de protelar passou e os dias há muito gritando, gastando latim e esbanjando saliva com o que não era necessário passaram e a hora de falar esgotou. É calar, é silêncio, guardar a voz e tentar equilibrar com a mente, pra não andar com prescrição médica de Bacamarte no bolso. A boca há de calar-se pra que os dedos falem. De resto, basta o coro solfejando.
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